terça-feira, 20 de março de 2012

O meu treino com um toque de humilhação

Enviaste-me um sms e pediste-me para ir ter à tua casa para uma surpresa. Respondi que sim, lá estaria e assim o fiz, a horas e muito excitado. Ao entrar vi uma amiga tua sentada no sofá e hesitei porque achei que seria uma noite só nossa. Apresentaste-nos e ofereceste umas bebidas e ficámos ali sentados na sala a conversar. Ela até era atraente mas não me disse nada porque és tu que me excitas. 

De repente e a meio de uma conversa até bastante banal, perguntaste-me se ainda fantasiava com o nosso encontro anterior no motel. Hesitei em responder e devo ter corado porque imediatamente acrescentaste: "Estás à vontade! Eu contei-lhe tudo e ela sabe que fizeste o teu primeiro broche naquela noite!"

Aí corei mesmo e fiquei sem palavras, mas tu continuaste: "Aliás, agradou-lhe a ideia mas não acreditou que eu te tivesse mesmo feito isso. Conta-lhe como foi."

Atrapalhado, respondi que não era mentira pois não me ocorreu mais nada naquele momento. "Queres passar à fase seguinte?", perguntaste-me tu, com um sorriso meio maquiavélico. O meu olhar deve ter dito tudo porque levantaste-te e mandaste-me despir para vocês as duas.

Agora acrescento que a nudez nunca foi algo que me senti muito à vontade excepto quando estou envolvido com alguém. Por isso a noção de me despir em frente a uma terceira pessoa deixou-me envergonhado mas obedeci de forma automatizada como se algo maior me controlasse. Fiquei ali completamente nu na sala e tu saíste. Ela olhou-me de cima a baixo e apesar de me sentir excitado não consegui ficar erecto de todo, ficando ali no meu estado perfeitamente normal e flácido.

Momentos depois entraste e tinhas à cintura um pénis de borracha, bem maior que a minha erecção. "Hoje vou dar início ao teu treino de puta. Ajoelha-te no sofá e abre as nádegas para nós!"

Reparei como colocaste ênfase na palavra "nós" e ajoelhei-me no sofá, abrindo as nádegas para ti. Senti um dedo frio explorar-me e percebi o lubrificante que me espalhavas.
De seguida pressionaste-me a cabeça no cu e forçaste a entrada. Senti dor e soltei um gemido mas não paraste, penetrando-me lentamente e dizendo apenas para relaxar. A dor rapidamente aliviou e um misto de prazer invadiu-me à medida que começaste a foder-me lentamente, entrando e saindo do cu.
Aos poucos aceleraste e davas-me com mais força, indo cada vez mais fundo. Eu gostei da sensação mas não consegui ficar de pau feito devido à intensidade que sentia no meu cu. "Gostas de ser fodido assim? Gostas? Que tal teres um caralhão destes enfiado no teu cu guloso?"

Eu nem conseguia responder e percebi que começava a pingar de tesão. Com tudo o que se passava nem me lembrei mais da tua amiga que ficava ali a observar-nos excitada e curiosa. De repente paraste e tiraste-o todo para fora, para te sentares no sofá de seguida e disseste-me para te montar. Eu ia a fazê-lo quando reforçaste: "Não é virado para mim! Quero que fodas este caralho e olhes para ela!"

Virei-me e fiquei ali a olhar nos olhos dela enquanto deslizava o meu cu sobre a tua pila de borracha.
Começaste a gemer e a incentivar para acelerar mais e mais e de alguma forma, a pressão fez-te explodir num orgasmo diferente mas fantástico, deixando-me mais desinibido e com vontade de me vir também. Já meio teso, mandaste-me parar, levantar e bater uma punheta para a tua amiga me ver a vir. Assim o fiz e quando estava próximo chamaste-a e disseste-lhe para ela se ajoelhar à minha frente para eu me vir na boca dela.
Foi tudo muito rápido e terminámos os três a beijar as bocas uns dos outros, saboreando.

Quando chegou a hora de ir embora disseste que era apenas o começo e que ias adorar treinar-me como teu escravo sexual. Fui-me embora excitado e curioso, a ponderar o que mais terias em mente.


1 comentário:

  1. Eu gosto de me vestir com um lingerie sexy e colocar-me de gatas para a minha amada. Ela vibra com a dominação e a sua maior fantasia era ter um caralho de verdade para me foder. Já falou várias vezes em arranjarmos uma shemale para me ir ao cu mas por enquanto ainda só ficou nas palavras.

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