quinta-feira, 22 de março de 2012

Perder os três

Houve um fim-de-semana prolongado e ela, sempre com as ideias dela, convidou-me para uma estadia prolongada com ela. Claro que queria muito e aceitei com todo o agrado, sem nunca desconfiar o que me aguardava.

Os primeiros dois dias foram intensos, com muito sexo oral de mim para ela, como ela tanto adora, com masturbação mútua e comigo a treinar com o cinto dela. Ela fez questão que todos os momentos, que estávamos em casa, eu andaria nu e com o ânus sempre lubrificado. Mal entrávamos em casa, ela ia ao seu quarto e colocava aquele cinto para treinar o meu cu como ela tanto gostava de referir. 

O que ainda não referi é que durante esses dois dias ela não me permitiu ter um único orgasmo! Logo eu andava a trepar as paredes e desesperado por algum alívio mas ao mesmo tempo gostava da sensação de andar continuamente excitado e até me sentia revigorado com a energia acumulada. Não me lembro nunca de ficar assim e parecia que andava continuamente erecto e pronto para acção, o que aos 40 anos não é assim tão comum.

Ao terceiro dia, acordei com uma bruta erecção e com uma vontade absurda de a possuir! Só me controlei porque ela disse que chegava de tanto castigo e que já merecia um brinde. Hoje teria uma experiência nova que ela tinha a certeza que eu ia gostar imenso. Fiquei curioso e estiquei a minha paciência acreditando na promessa dela.

Durante esse dia, ela estava continuamente a contar-me fantasias dela, a dizer coisas que adorava experimentar, a tocar-me a levar-me ao delírio mas orgasmo nada. Quando a frustração tomou conta de mim e reclamei, dizendo que assim também não era justo, ela sorriu e deu-me razão. Ela levantou-se e pegou no telemóvel e prontamente enviou um sms a alguém que não perguntei quem porque logo de imediato ela sugeriu que eu fosse tomar um duche e me pusesse cheiroso para ela.

Quando sai do chuveiro, ela deu-me uma bebida e perguntou-me se eu aceitaria ser amarrado por ela. Até estranhei ela pedir porque normalmente ela mandava e até gostei da doçura com que o fez. Logo aceitei de bom grado.

Ela deitou-me de barriga para baixo, abriu-me as pernas e nessa altura comecei-me a sentir bastante tonto. Na altura não associei mas a bebida tinha algo mais e sentia-me um pouco sem forças. Amarrou-me os tornozelos e seguidamente cada um aos pés da cama. Também juntou-me os pulsos e amarrou-os de forma que estivesse preso ao centro do topo da cama. Depois colocou-me uma venda e começou a beijar-me as costas. Excitado como eu estava, já estava em delírio absoluto e cada toque dela levava-me às nuvens. Pediu-me para apoiar-me sobre os cotovelos e enquanto me beijava acariciava os meus mamilos sensíveis que me faziam arrepiar todo a cada carícia dela. 

Ela saiu da cama e regressou momentos depois, continuando as carícias e foi descendo lentamente. Senti a língua dela entre as nádegas, pressionou e penetrou-me lentamente, lambuzando-me o cu e foi descendo até me chupar os testículos inchados e ligeiramente doridos de tesão. Depois percebi que tinha colocado o cinto e penetrou-me lentamente ao início, apenas para acelerar e começar a penetrar sem piedade. O desconforto transformou-se num prazer indescritível e pensei que ia explodir num orgasmo fantástico mas quando já estava cheio de contracções, ela parou e retirou.

Eu percebi que o meu estado embriagado me tinha levado a um relaxamento profundo mas sem alterar o meu desejo de me vir e que a venda nos olhos apenas intensificava todas as sensações que estava a ter. "Não pares! Não aguento mais!", implorei eu, desejando que ela me ouvisse e respeitasse.

Curiosamente, senti de imediato as mãos a abrirem-me as nádegas e ela a voltar a entrar. Gemi ao sentir a espessura mais grossa mas recebi-a de bom grado. Entrou no meu cu dentro, bem até ao fundo e de uma só vez e uma enorme contracção de prazer rasgou pelo meu corpo todo. Tirou e meteu-o todo novamente. Outra e outra vez...

Todo o meu corpo estava tenso, senti-a contracções no meu pénis já completamente teso e também no meu cu como se o interior do meu pénis estivesse a ser massajado por dentro. Nem sei descrever a sensação! De repente acelerou como nunca tinha feito antes e eu mal conseguia respirar, gemendo a cada investida, quase desesperado por respirar. A sensação foi tão intensa que nem conseguia ejacular e apenas parecia um longo orgasmo que não tinha fim. 

Quando os meus gemidos já estavam um longo gemido e o meu corpo já nem relaxava entre contracções, ela retirou-me a venda e vi-a ajoelhada ao lado da cama, sorrindo-me com aquele olhar que preenche de tesão. No meu estado de confusão mental e tesão, achei estranho e nem associei mas quem estaria a foder-me daquela maneira?

"Que tal teres um caralho de verdade a comer-te o cu? Mmmm... Agora sim, já podes dizer que tens uma rata como a minha! Vais te vir ou quê? Aperta-me esse cu e esporra-te para mim! Vem!"

Caí em mim mas não consegui ficar escandalizado. O desejo era tanto e o prazer tão intenso que apertei o cu com todas as minhas forças. Quem quer que fosse, porque não cheguei a olhar para trás, apenas acelerou e o que me pareceu ser com toda a sua força, partiu-me o cu todo até sentir aquele caralho vibrar dentro de mim e começar a vir-se no meu cu. Imediatamente perdi o controlo e esporrei também a cama enquanto ele insistia sem misericórdia.

O meu orgasmo foi tão intenso que fiquei ali delirante a tentar recuperar e não vi o personagem a sair. Senti-a o leite a escorrer-me pelo cu e pouco depois senti a língua dela a limpar-me todo.
Desapertou-me as amarras e fiquei ali apenas a sentir o meu corpo dormente do orgasmo. Virei-me e ela beijou-me e agradeceu-me por ajudá-la a realizar umas das suas fantasias mais loucas. Adormeci da intensidade toda mas mais tarde acordei com ela a pedir para a amar.

1 comentário:

  1. Tens uns contos atrevidos e excitantes. As fotos parecem escolhidas a dedo e devo adiantar que do ponto de vista feminino adorava conhecer um homem como tu. Beijos molhados e continua

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