segunda-feira, 19 de março de 2012

Um sonho

Recebi um telefonema teu a perguntar se eu queria encontrar-me contigo para sexo apenas e sabendo como costumava ser no passado, eu aceitei na hora sem qualquer hesitação. Ainda por cima, as conversas online andavam a deixar-me louco de tesão e eu sabia que tinha de aproveitar a oportunidade.

Fiz quase 300km para me encontrar contigo e o ponto de encontro era um motel local. Entrei e lá estavas tu, com um vestido vermelho, justo e curto e umas meias apelativas que sabias me excitavam.

Aproximaste-te de mim e deste um beijo meigo nos lábios e olhaste-me nos olhos dizendo: "É só sexo! Ok?" 
Naturalmente respondi que sim e mandaste-me despir de seguida. Voltaste a aproximar-te de mim, todo nu enquanto te mantiveste vestida e disseste: "Confias? Prometo que não te faço mal!" Eu abanei a cabeça a concordar e tiraste uma venda da tua mala, colocando-a sobre os meus olhos. Imediatamente o meu coração disparou ansiosamente e procedeste a algemar-me as mãos atrás das costas. Aí fiquei mais nervoso mas ao mesmo tempo ainda mais excitado. Mandaste-me ajoelhar no chão e ficar assim até me dizeres o contrário.

Ouvi a porta abrir momentos depois e alguém entrou. Ouvi o que me pareceu ser um beijo e fiquei confuso. Só podia depender da minha audição e o que se passou a seguir é apenas a especulação do que ouvi. Vocês beijaram-se apaixonadamente enquanto se despiam e rapidamente comecei a ouvir gemidos na cama. Pelos sons deduzi que alguém te estava a comer e limitei-me a imaginar a cena na minha mente. Sentia o coração bater em todo o corpo e percebi que o meu pénis inchou de excitação. Vocês entusiasmaram-se mais e mais, parando ocasionalmente para olhar para mim ali ajoelhado de pau feito.

Começaste a pedir para ele te foder com mais força, mais rápido, mais fundo, gritando com prazer, até que tiveste um orgasmo perfeitamente audível. Aí estava um som familiar para mim e senti-me a contrair num espasmo de prazer.

Após algum tempo aproximaste-te de mim e esfregaste a tua rata inchada e molhada na minha boca, mandando-me chupar e lamber. Senti um misto de nojo e excitação mas rapidamente ficou só a excitação enquanto senti o teu clitóris inchado na minha língua e o sabor na minha boca. O que não percebi com certeza é se ele teria tido um orgasmo ou não mas nessa fase limitei-me a não pensar e obedeci com prazer. De facto sentia-te escorrer na minha língua e bebi-te e ele a ver batia uma punheta enquanto vocês se olhavam nos olhos. Ele deve ter feito algum gesto a ti porque afastaste-te e mandaste-me abrir a boca e por a língua de fora. Eu sem ver nada assim o fiz e rapidamente senti o caralho dele a entrar-me boca dentro. Nunca tinha feito tal coisa nem sequer fantasiado com isso mas delirei. Pelo que senti parecia muito mais grosso que o meu e estava duro e inchado. Quanto mais mandavas chupar e lamber mais eu sentia-o duro e percorri a sua cabeça com a minha língua enquanto chupava dentro das minhas capacidades de novato. Agarraste-me a cabeça e empurraste-me contra ele enquanto ele limitou-se a foder a minha boca, quase me fazendo engasgar. Subitamente ele soltou um gemido e tu disseste: "Chupa com força! Não pares! Chupa esse caralho teso! Isso..."

Engasguei-me no primeiro jacto quente que atingiu o fundo da minha boca e garganta mas controlei-me e continuei a chupar, jacto após jacto, até ele terminar de me esporrar a boca toda e lentamente começar a desinchar. Ele retirou o caralho da minha boca e eu fiquei ali ajoelhado, vendado, nesse misto de excitação e confusão ao mesmo tempo. O meu pénis estava a latejar e completamente erecto e apesar de me sentir sujo de alguma forma, percebi que tinha adorado.

Ele deve-se ter vestido e saido entretanto e tu regressaste, tirando-me as algemas e a venda. Levantei-me do chão e deitaste-te na cama de perna aberta para mim, tocando na tua rata excitada. Pensei que te ia comer a seguir mas apenas me perguntaste se eu me queria vir. Eu disse que sim e disseste que eu podia bater uma punheta e vir-me na tua rata se eu quisesse mas nada mais. Excitado como eu estava aceitei e rapidamente explodi na tua rata, derramando jactos enormes de esporra quente e grossa até não ter mais nenhuma gota. Vi-te ali toda aberta e esporrada e foi uma visão de sonho mesmo!

"Agora ajoelha-te e lambe-me a rata toda! Limpa-me até não restar uma única gota. Chupa-me e faz-me vir na tua boca como tu sabes fazer!"

Obedeci de imediato e não durou muito pois lambi-te rapidamente e gritaste de prazer na minha boca. Sem uma única palavra vestimo-nos e lá fora, junto ao carro disseste-me ao ouvido: "Se te portares bem, na próxima deixo-te ser fodido no cu por aquele caralho grosso até sentires o leite dele dentro de ti."

Eu estremeci por dentro e apesar de sempre achar que não tenho qualquer tendência gay, nem sequer acho homens atraentes, fui para casa excitado e a fantasiar com a perspectiva.

4 comentários:

  1. Que tesão! Esta é a minha maior fantasia! Adorava que a minha mulher me fizesse algo parecido um dia. Quero muito fazer um broche mas sem ver quem é e melhor ainda será se ela estiver ao meu lado a encorajar-me. Adorei! Escreve mais assim.

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  2. Eu aprendi a gostar a fazer broches a pedido da mulher com quem estou casado à mais de 20 anos. Tudo começou quando ela me confessou a sua fantasia em ver-me com outro. Não passou de conversa mas um dia numas férias tivemos a oportunidade de a realizar e posso dizer que adoro chupar caralhos com ela a incentivar-me. Nunca tive outro tipo de experiências com homens porque normalmente são eles que fazem amor com a minha mulher e eu aceito, apenas chupando nas vezes em que ela me pede para o fazer.

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  3. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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  4. A minha esposa encontrou o seu blogue recentemente e não pára de falar nas suas histórias. Ela anda bastante insistente em ver-me com outro homem mas sinto que não estou preparado para experimentar essa vertente. Mas é fantástico ver como ela anda sempre excitada e a fazer novas fantasias desde que começou a ler o seu blogue. Bem haja por apimentar a nossa relação.

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